50 anos depois

 50 anos depois

Nesta fotografia, de há meio século, reconhecemos a actriz Estrela Novais, que faleceu no dia 8 de Março do corrente ano, bem como o actor Júlio Cardoso e Jorge Castro Guedes, actual director da cooperativa Seiva Trupe, entre outros trabalhadores do Teatro. (Direitos reservados)

(Créditos de imagem: Andrey_Photos – Pixabay) 

………………………….

.

Nota do Director:

O jornal sinalAberto, embora assuma a responsabilidade de emitir opinião própria, de acordo com o respectivo Estatuto Editorial, ao pretender também assegurar a possibilidade de expressão e o confronto de diversas correntes de opinião, declina qualquer responsabilidade editorial pelo conteúdo dos seus artigos de autor.

.

25/04/2024

Siga-nos:
fb-share-icon

Jorge Castro Guedes

Jorge Castro Guedes nasceu no Porto, em 1954. Do primeiro elenco da Seiva Trupe, em 1973, como actor, seguiu carreira própria a partir de 1976 e voltou como director artístico, convidado por Júlio Cardoso, no final de 2018. Pelo meio, ficam os “seus” TEAR (Teatro Estúdio de Arte Realista), entre 1977 e 1990, e Dogma\12 – Estúdio de Dramaturgias de Língua Portuguesa (de 2012 a 2018). E leva perto de mil intérpretes dirigidos em mais de cem encenações, passando pelo Serviço Acarte da Fundação Calouste Gulbenkian, pelo Teatro Nacional Dona Maria, pelo Novo Grupo, pelo Teatro Raul Solnado, pelo Teatro da Trindade, etc. É polemista e cronista espalhado por vária imprensa e autor de trinta textos dramáticos publicados, além de diversas traduções do Galego, do Castelhano (ou Espanhol) e do Francês. Foi redactor publicitário na McCann (e freelancer) e director criativo estratégico na Boom & Bates, sempre pronto para prosseguir. Foi assessor para os dramáticos da RTP e autor/apresentador do programa “Dramazine” (entre 1990 e 1993). Estagiou com Jorge Lavelli no Théâtre National de La Colline, em Paris (na temporada de 1989 a 1990). Mestre em Artes Cénicas, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em 2013, frequentou anteriormente (de 1971 a 1973) Direito, na Universidade de Lisboa, e Filosofia, na Universidade do Porto, entre 1973 e 1976. Autodefine-se como um “humanista cristão pelo coração; socialmente radical, porém céptico”.

Outros artigos

Share
Instagram