Lídia Jorge, para quem a literatura é um caminho pessoal e não uma carreira, vence o Prémio Camões 2026, “um prémio que se sabe que existe, mas ninguém imagina que vai ter”. “Dedico este prémio a todas as mulheres que o receberam antes de mim, Ler mais
A 10 de junho, em Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, neste ano de 2026, na Ilha Terceira, nos Açores, o discurso do Presidente da República (PR) partiu dos versos do açoriano Vitorino Nemésio – “Quando penso no mar, o mar regressa / a certa forma Ler mais
Austrália… Áustria… Ístria… Itália… Gália… Galiza… Portugal. Oops! Chegámos ao destino da escrita de hoje. Não há de ser uma crónica habitual, essa data carece de uma escrita épica, de poesia. Ah! Portugal! Ah! As comunidades portuguesas! Ah! Camões! Que dia! Quem diria?&Ler mais
Chegou-se a Porto Seguro. Segue lento o taxista, no curto caminho que leva até ao hotel. A demora justifica-se pela chuva que vai retendo o trânsito. A princípio, ele fala consigo mesmo, resmunga algo em baianês. Ao dirigir-se a mim, impedido de dirigir como desejava no decurso Ler mais
Na continuação destas minhas viagens sem destino, sem pressa e de forma ociosa, observando o ambiente ao redor, direi que a cidade de Belém evoluída e o seu Forte do Presépio me remetem à Belém lisboeta – não a Israel –, ao seu cais à beira rio fica Ler mais
Nelson Rodrigues, o dramaturgo certeiro, uma certa vez saiu com essa: “O brasileiro tem complexo de vira-lata.” Referia-se à percepção de o brasileiro mais parecer um cão rafeiro, sem raça. O que, a meu ver, talvez se explique no facto de que, desde o período colonial e Ler mais
Nasci numa Páscoa. O que significa que tenho sempre ao meu dispor duas datas de aniversário a comemorar: o dia de Páscoa que é móvel, varia a cada ano; entretanto, a cada 19 de abril será quando variam os meus anos. Estes dois tempos enquanto me atualizam tambéLer mais
Desço para o farto pequeno almoço servido no subsolo do hotel. Reconheço que estou em Portugal através da visão e um tanto pelo aroma memorial a conferir a presença do pão de ló, de pastéis de Belém (afinal, encontrava-me em Lisboa!), Ler mais
“Buluku” é a mais recente criação coreográfica e multimédia de Djam Neguin (eu próprio), pensada para o público infantil e familiar, onde dança, tecnologia e cosmologias africanas se encontram para imaginar outros futuros possíveis. Inspirado na figura de Buluku – princípio criador presente nas Ler mais
Foi com emoção e alguma inquietação que vi a mensagem electrónica que uma pesquisadora de Ouro Preto dirigiu ao meu amigo e camarada Soares Novais, depois de ter lido o seu artigo “Alferes Malheiro: o revoltoso esquecido do ‘31 de Janeiro’”. Ouro Preto é um município notado pelo Ler mais
