Como se não houvesse amanhã
Quadro “A Persistência da Memória”, de Salvador Dalí. (pt.wikipedia.org)

Ninguém consegue apagar o tempo que foi e não se sabe exactamente quando ele acaba. Mas podemos tentar abençoar cada instante, como se não houvesse amanhã, e olhar o ontem como ainda sendo hoje.
É uma missão quase impossível porque só depende de nós. E isso é sempre para o que não há tempo, porque o tempo só existe como um intervalo que imaginamos: não existe antes de nascer, nem depois de morrer.
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04/05/2026