Escravos da lassidão
Hermanus, África do Sul. (Créditos fotográficos: Tayla Kohler – Unsplash)

Fala-se de cultura e de arte e, nunca tanto como hoje, o desinteresse é geral. Conseguia ser bem maior no Estado Novo, das oposições ao próprio regime. Hoje, é um fastio para uma massa informe unificada pelo “click”, pelo “like” e, sobretudo, pela imensa preguiça para pensar. Não tenho empatia compassiva mínima para com os que viverão nas trevas de amanhã, com a cabeça esmagada, por inércia. Acho que terão o que merecem. Escravos da lassidão hoje, escravos de sobrexploração amanhã. Idiotas, sempre.
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27/07/2026