Francisco José Viegas consultor do Presidente da República

 Francisco José Viegas consultor do Presidente da República

Francisco José Viegas (arquivos.rtp.pt)

Sabemos quem foi nomeado para consultor do Presidente da República, António José Seguro, na área da Cultura. É outro bom sinal. Não está integrado no grupo vampiresco de asa “soît-disant de gauche”, dos que “comem tudo e não deixam nada”. Sobretudo, comem dinheiros públicos em onanismos “artistelhos” e não deixam nada de serviço público intelectualmente válido.

Francisco José Viegas, além de escritor, editor e antigo jornalista, foi
também secretário de Estado da Cultura, entre Junho 2011 e Outubro
2012. Colaborou em vários jornais e revistas e foi autor de vários
programas na rádio e na televisão. (arquivos.rtp.pt)

Não sei como reagirão, nem até que ponto quer o consultor (Francisco José Viegas) quer o próprio Presidente da República não serão vítimas de cantos de sereia. Espero que a besta imunda do poder fáctico esperneie já contra o poder legítimo, escrutinado, já que esses “moçoilos” da “helitte” lisboeta andam de cabeça perdida ao ver-lhes fugir o chão debaixo dos pés.

Há uma esperança e justificada expectativa para ver o que se segue. Pessoalmente, já não me afecta (estou noutras lides bem mais cativantes depois do estado deplorável a que o teatro chegou em Portugal), mas era bom que quem se segue fosse “libertado” da canga da “kurtura da burla”.

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Nota do Director:

O jornal sinalAberto, embora assuma a responsabilidade de emitir opinião própria, de acordo com o respectivo Estatuto Editorial, ao pretender também assegurar a possibilidade de expressão e o confronto de diversas correntes de opinião, declina qualquer responsabilidade editorial pelo conteúdo dos seus artigos de autor.

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06/04/2026

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Jorge Castro Guedes

Com a actividade profissional essencialmente centrada no teatro, ao longo de mais de 50 anos – tendo dirigido mais de mil intérpretes em mais de cem encenações –, repartiu a sua intervenção, profissional e social, por outros mundos: da publicidade à escrita de artigos de opinião, curioso do Ser(-se) Humano com a capacidade de se espantar como em criança. Se, outrora, se deixou tentar pela miragem de indicar caminhos, na maturidade, que só se conquista em idade avançada, o seu desejo restringe-se a partilhar espírito, coração e palavras. Pessimista por cepticismo, cínico interior em relação às suas convicções, mesmo assim, esforça-se por acreditar que a Humanidade sobreviverá enquanto razão de encontro fraterno e bom. Mesmo que possa verificar que as distopias vencem as utopias, recusa-se a deixar que o matem por dentro e que o calem para fora; mesmo que dela só fique o imaginário. Os heróis que viu em menino, por mais longe que esteja desses ideais e ilusões que, noutras partes, se transformaram em pesadelos, impõem-lhe um dever ético, a que chama “serviços mínimos”. Nasceu no Porto em 1954, tem vivido espalhado pelo Mundo: umas vezes “residencialmente”, outras “em viagem”. Tem convicções arreigadas, mas não é dogmático. Porém, se tiver de escolher, no plano das ideias, recusa mais depressa os “pragma” de justificação para a amoralidade do egoísmo e da indiferença do que os “dogma” de bússola ética.

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