O valor do tempo: a eterna discussão

 O valor do tempo: a eterna discussão

(Créditos fotográficos: Nicolas Houdayer – Unsplash)

1. Para a Filosofia, como para a Literatura, sobretudo  a Poesia,  o valor do tempo é uma eterna e inacabada discussão. Quando parei para pensar no tema, o primeiro autor que recordei foi Santo Agostinho. É muito citado o seu texto das “Confissões”: “O que é, pois, o tempo? Se ninguém me perguntar, eu o sei; se desejo explicar a quem o pergunta, não o sei.”

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Como escreveu o poeta José Tolentino de Mendonça, todos os seres humanos sabem que são feitos de tempo, de idades, de estações, de cronometrias mais visíveis ou mais invisíveis. Todos somos modelados e lavrados, instante a instante, pelos instrumentos do tempo. Em muitos momentos da nossa vida repetimos o adágio latino: tempus fugit, o tempo foge. E o tempo foge porque, muitas vezes, sentimos que não temos tempo para nada. E, aqui, convém recordar aquela fala da raposa para o Principezinho: “Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante para ti.”  Então,  podemos  já adiantar uma primeira conclusão: há uma qualidade de relação que só se obtém no tempo partilhado.

(Créditos fotográficos: Vlad Hilitanu – Unsplash)

Poderíamos também recordar as palavras de Jesus: “Se alguém te pede para o acompanhares durante uma milha, anda com ele duas.” E, de facto, como nos relembra Tolentino de Mendonça: Só com tempo descobrimos tanto o sentido e a relevância da nossa marcha ao lado dos outros, como o da nossa própria caminhada interior. Sem tempo tornamo-nos desconhecidos. Sem tempo falamos, mas não escutamos.”

José Tolentino de Mendonça (Direitos reservados)

Sempre gostei do que podemos chamar o “poema do tempo”, do livro “Eclesiastes” (encontrado no capítulo 3, versículos 1-8, com tradução de Frederico Lourenço):  “Para todas as coisas há um tempo; e há um tempo para todo o assunto debaixo do céu; tempo de dar à luz e tempo de morrer; tempo de  plantar e tempo de arrancar o que foi  plantado; tempo de matar e tempo de curar; tempo  de deitar abaixo e tempo de  construir; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de estar de luto e tempo de dançar;  tempo de atirar pedras e tempo  de juntar pedras; tempo de abraçar e tempo de estar longe de um abraço; tempo de procurar e tempo de  perder; tempo de guardar e tempo de atirar fora; tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de calar e tempo de falar; tempo de amar e tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz.”

Segundo a Filosofia, o tempo é a expressão da dimensão histórica da nossa existência, assumindo que todos nós habitamos um mundo finito e em mudança.   Se olharmos para a mitologia grega, a primeira forma de encarar o tempo é condensada na figura de Chronos, que é um titã que se tornou rei dos deuses após destronar o seu pai, Urano. Chronos ficou conhecido por engolir os seus filhos devido a uma profecia de que seria derrubado por um deles. A sua esposa, Reia, conseguiu salvar o filho mais novo, Zeus, que posteriormente o destronou e libertou os seus irmãos, dando início ao reinado dos deuses olímpicos. 

O sentido deste mito é claro: é impossível fugir ao tempo, que, no final, sempre vence. Mas será que o tempo precisa de ser encarado como uma maldição? Claro que não, porque a temporalidade pode ser, também, uma experiência de bênção, uma vez que o tempo traz consigo a frescura das coisas novas e recorda-nos, incessantemente, que cada um de nós é projecto a realizar. É o tempo quem nos obriga a decidir. Por isso, muitos filósofos nos ensinam que tempo e liberdade se implicam.

(caputconsultoria.com.br)

Curiosamente, na língua grega, existem duas palavras que podem ser traduzidas por “tempo”: chronos e kairos. O termo chronos, nome do  tal  deus que devorava os seus filhos, é usado para designar o tempo físico. Kairos, por outro lado, significa tempo oportuno, tempo favorável. Este, sim, é o tal tempo que nos oferece a oportunidade de nos realizarmos como seres humanos; o tal  tempo  que é lugar de encontro, a qualidade do momento certo e significativo em que algo especial acontece.

Há quem tenha medo da rotina e há muitas pessoas que falam da sua rotina de todos os dias. Como se isso fosse unicamente mau! Temos de olhar para as rotinas como algo que pode ter um efeito saudável, tornando o quotidiano um encadeado de situações expectáveis. E só assim isso nos permite habitar com confiança o tempo. Mas o que começa por ser bom esconde também um perigo. De repente, a rotina substitui-se à própria vida. Quando tudo se torna óbvio e regulado, deixa de haver lugar para a surpresa. A rotina não basta ao coração do homem. 

Como defende José Tolentino de Mendonça, “o grande desafio é, em cada dia, voltar a olhar tudo pela primeira vez, deslumbrando-se com a surpresa dos dias”. “É reconhecer que este instante que passa é a porta por onde entra a alegria. Mas para isso teremos de recuperar a sensibilidade à vida, à sua desconcertante simplicidade, ao seu canto frágil, às suas travessias”, diz-nos ainda o cardeal, poeta e teólogo português Tolentino de Mendonça.

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O mesmo autor avisa-nos, igualmente, de que é fundamental encontrarmos, na nossa vida, momentos de tempo lento, em que voltamos a olhar para as coisas simples como se as víssemos pela primeira vez. Por isso, precisamos de resgatar a nossa relação com o tempo: “Por tentativas, por pequenos passos. Ora isso não acontece sem um abrandamento interno. Precisamente porque a pressão de decidir é enorme, necessitamos de uma lentidão que nos proteja das precipitações mecânicas, dos gestos cegamente compulsivos, das palavras repetidas e banais. Precisamente porque temos de nos desdobrar e multiplicar, necessitamos de reaprender o aqui e o agora da presença, de reaprender o inteiro, o intacto, o concentrado, o atento e o uno. Mesmo tendo perdido o estatuto nas nossas sociedades modernas e ocidentais, a lentidão continua a ser um antídoto contra a rasura normalizadora.”

Recorrendo à obra “O Pequeno Caminho das Grandes Perguntas”, de Tolentino de Mendonça, apreendemos que a prática dos tempos lentos há-de também ensinar-nos a difícil arte da espera, que é, afinal, a cura para tantas das nossas ansiedades e a porta de saída para os labirintos em que, às vezes, nos metemos.

2. Ao longo da História, o conceito de “tempo” tem sido uma questão central, tanto na Filosofia Ocidental quanto na Filosofia Oriental, reflectindo diferentes tradições, cosmovisões e abordagens epistemológicas. Sem querer ser exaustivo nem demasiado académico vou referir, sumariamente, algumas.

Heráclito de Éfeso (medium.com)

Na Filosofia Ocidental antiga, é imprescindível citar o pré-socrático  Heráclito  de Éfeso, que considerava o tempo como uma constante mudança e fluxo incessante, simbolizado pela ideia de que “tudo flui”. Podemos, aqui, recordar o aforismo mais conhecido do autor: “Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio… pois, na segunda vez, o rio já não é o mesmo, nem tão-pouco o homem.”

Busto de Aristóteles. Mármore, cópia romana de um
original grego em bronze por Lísipo cerca 330 a.C.; o
manto em alabastro é uma adição moderna.
(pt.wikipedia.org)

Posteriormente, Platão verá o tempo como uma imagem móvel da eternidade, uma espécie de cópia das realidades eternas e perfeitas do mundo das ideias.  Para Aristóteles, o tempo é uma medida do movimento em relação ao antes e ao depois; um conceito ligado à mudança e à duração. 

Na Idade Média, São Tomás de Aquino vai conciliar a visão aristotélica com a doutrina cristã, considerando o tempo como uma criação de Deus, uma dimensão criada para a ordenação do Mundo.

Na Idade Moderna, René Descartes e Isaac Newton abordarão  o tempo como uma dimensão absoluta e contínua, uma entidade independente do universo, acessível à razão e à ciência.  

Já Immanuel Kant vai propor que o tempo não é uma coisa em si, mas uma forma a priori da sensibilidade, uma estrutura pela qual percebemos o Mundo. Ou seja, o tempo não é uma realidade objetiva externa, mas, sim, uma forma a priori da sensibilidade e uma intuição pura subjectiva que o ser humano utiliza para organizar a sua experiência e as suas percepções internas

Immanuel Kant, pensador iluminista.
(jewishstudies.washington.edu)

E, chegados ao século XX, temos os debates sobre o tempo na Física.  A  Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, revolucionou a compreensão do tempo, mostrando que ele é relativo e não absoluto, fundindo-se com o espaço para formar o espaço-tempo. Tudo isto vai influenciar as interpretações filosóficas, levando a questionamentos sobre a natureza objectiva ou subjectiva do tempo, bem como acerca da sua relação com a memória, a História e a consciência.

Mas é justo que façamos, agora, uma referência a um dos autores do século XX que melhor tratou o tema do tempo: Martin Heidegger. Para ele, o tempo é a instância com base na qual compreendemos as coisas e a nós mesmos. Não seria por acaso que as “investigações” de Aristóteles e de Santo Agostinho sobre o tempo são consideradas, por Heidegger, como determinantes na História da Filosofia, além de o relacionarem com a alma humana: quando falamos do tempo, falamos de nós mesmos.

Martin Heidegger (ex-isto.com)

Portanto, se existe um tempo originário, do qual derivam as demais formas de conceber o tempo e as diversas interpretações acerca do Mundo e de nós mesmos, ele deve ser conquistado mediante uma análise do existir humano. O sentido de nosso ser é determinado pelo modo como nos projectamos no tempo. Não é por acaso que, no livro “Ser e Tempo” (de 1927) – a obra pela qual Heidegger é mais conhecido –, o filósofo procura pensar o tempo como horizonte para responder à pergunta sobre o sentido do ser e da existência humana.

(Direitos reservados)

No que diz respeito à Filosofia Oriental, consideremos primeiramente a Filosofia Hindu, na qual o tempo é visto como uma manifestação do eterno retorno, uma roda cósmica que rege ciclos de criação e de destruição. O tempo é cíclico, não linear, reflectindo a visão do ciclo de vida, morte e renascimento, e sobre a eternidade da realidade última.

Na Filosofia Budista, dá-se relevo à natureza transitória do tempo. O tempo é visto como uma ilusão que surge com a cadeia de causa e efeito, conduzindo a libertação (nirvana) ao transcender a percepção do tempo.

O budismo propõe uma concepção universal e um método para aspirar à transcendência. (conceitosdomundo.pt)

No Taoismo, o tempo é integrado no fluxo natural do Tao, o caminho, uma força eterna e indeterminada. A ênfase está na harmonia com os ciclos naturais, que não seguem uma linearidade rígida.

Já o Confucionismo valoriza a História e o passado como guia moral, considerando o tempo como uma continuidade que deve ser respeitada.

No Xintoísmo, o tempo é visto como um fluxo cíclico, profundamente ligado aos ritos de passagem da vida humana e às celebrações que honram os kami (divindades ou espíritos). Ao contrário de uma visão linear de passado, presente e futuro, o tempo no Xintoísmo é experienciado de forma cíclica, com eventos como nascimentos e casamentos marcando oportunidades para rituais que agradecem, que pedem protecção e renovam propósitos.

Em resumo, as  culturas orientais vêem o tempo como uma dimensão cíclica, integrada no ciclo natural e espiritual do Universo, diferentemente da concepção linear predominante na tradição ocidental.

Ilustração em papel feita com molde de madeira por Utagawa Hiroshige – 1833/1838. (japaoreal.com)

3. Acrescento uma breve nota sobre o tempo na Bíblia, onde o tema é profundamente  tratado e abordado de forma multifacetada. O  Livro Sagrado ensina que o Tempo de Deus é um tempo específico, muito diferente do tempo humano.

Veja-se a referência à criação do tempo, no relato da criação (Génesis 1), em que Deus estabelece o tempo através dos dias, criando manhãs e noites, e assim ordenando o universo e o ciclo das estações. A Bíblia reconhece a brevidade da vida humana.  O livro bíblico “Os Salmos” (90:12) diz: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio.”

Há também ênfase na importância de viver de forma sábia e consciente no tempo que temos. Há ainda os períodos bíblicos como “O Tempo do Profeta e do Povo de Deus”, em que muitos textos falam sobre o tempo de Deus para cumprir as suas promessas, como na espera pelo Messias; e o tempo de julgamento ou de salvação.

Carta de São Paulo aos Efésios. (diocesedecrato.org)

Há, igualmente, referência a um Tempo Esdrúxulo e ao Fim dos Tempos. Nos livros proféticos, como “Daniel” ou no “Apocalipse” (no “Novo Testamento”), há referências ao fim dos tempos, ao juízo final e à esperança de uma nova criação. E claro que, na Bíblia, existe uma orientação para o tempo actual. Por isso, ela   ensina a importância de aproveitar bem o tempo presente. A “Carta aos Efésios” (5:15-16) aconselha: “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, resgatando o tempo, porque os dias são maus.”

4. Para remate, o que poderemos nós concluir? Quantos e quantos aforismos sobre o tempo já teremos encontrado ao longo da nossa vida? Vale a pena recordar alguns.

Padre António Vieira (portaldaliteratura.com)

Sófocles dá-nos um belo conselho: “Não procures esconder nada; o tempo vê, escuta e revela tudo.”

E temos  o aviso de Plutarco: “O tempo é o mais sábio dos conselheiros.”

Um aforismo judaico diz que, “com tempo, até o urso aprende a dançar”.

Passamos a vida a queixar-nos da falta de tempo, mas esquecemos que “o tempo apenas falta a quem não sabe aproveitá-lo”. Para todos nós, é claro o poder do tempo.

Razão tinha o Padre António Vieira: “Não há poder maior no mundo que o do tempo: tudo sujeita, tudo muda, tudo acaba.” Que ele é o nosso maior património não merece dúvida!

Como escreveu Miguel Esteves Cardoso: “Quanto mais precisas para viver, mais tens de trabalhar e menos tempo tens para ti. O maior dos luxos é o tempo. O tempo é o meu maior património.”

E talvez valha a pena recordar Carlos Drummond de Andrade: “Perder tempo em aprender coisas que não interessam, priva-nos de descobrir coisas interessantes.”

Jean de La Bruyère (biografiasyvidas.com)

Ou Franz Kafka: “O tempo é teu capital; tens de o saber utilizar. Perder tempo é estragar a vida.”

Ou ainda Honoré de Balzac: “O tempo é o único capital das pessoas que têm como fortuna apenas a sua inteligência.”

A todos, preocupa-nos a rapidez do tempo. Mas podemos também recordar Virgílio Ferreira: “O tempo que passa não passa depressa. O que passa depressa é o tempo que passou.” Por conseguinte, tem também razão Jean de La Bruyère, quando defende queaqueles que gastam mal o seu tempo são os primeiros a queixar-se da sua brevidade”.

Todos temos uma certeza, se é que certezas podemos ter: “Os dias talvez sejam iguais para um relógio, mas não para um homem” – como dizia Marcel Proust. Por isso, Dante Alighieri tem razão: “Aquele que mais sabe, mais lastima o tempo perdido.”

Para todos nós, tem de ser óbvio o que escreveu  Jean Commerson: “O tempo é uma locomotiva que nos conduz a certa estação na qual não há bilhetes de volta.” Então, se não há bilhetes de volta, há que respeitar o conselho de Voltaire: “Ser senhor do seu tempo é ser senhor de si próprio.”

José Luís Peixoto na Biblioteca da Moita. (cm-moita.pt)

Mas também não podemos esquecer que as pessoas que nunca têm tempo para nada são as que menos conseguem fazer e que o tempo e a paciência são dois eternos combatentes em permanente conflito. Razão tem, ainda, José Luís Peixoto quando nos avisa: “Lutamos com o tempo e só perdemos se não tivermos a consciência dessa luta.”

Mia Couto diz-nos que os africanos têm todo o tempo para si. Mas o homem branco só tem o relógio. Assim, talvez seja avisado o conselho de Duque de Lévis:  “O tempo é como o dinheiro; não o perdendo, temos o bastante.”

E, na hora de concluir, cito de novo o cardeal e poeta José Tolentino de Mendonça: “Como um fabricante de armadilhas desajeitado que acaba sempre prisioneiro das engrenagens que produz, também nós inventamos o tempo e nunca temos tempo. Os nossos relógios nunca dormem. Quantas vezes o tempo é a nossa desculpa para desinvestir da vida, para perpetuar o desencontro que mantemos com ela?”

E, noutra passagem, este poeta também escreveu“Como tem insistido o Papa Francisco, nenhuma vida é para deitar fora, nenhuma vida é descartável. O tempo de cada vida é um templo. A nossa grande tarefa é, sim, descobrir o que somos, e tornarmo-nos esperançosamente nisso que somos.”

5. Que todos sejamos capazes de olhar para a vida, para a nossa e para a dos outros, com renovado apreço. Se o tempo é o mestre que tudo pode transformar,  levando o que é novo ao fim e criando espaços para o que está para vir, que o pão, o símbolo do nosso diário sustento, seja a dádiva diária que nunca nos falte, nosso alimento de corpo e alma, que tem de assegurar a nossa peregrinação. E que o vinho, supremo representante da alegria, seja sempre o símbolo da celebração, da festa. Se o melhor vinho é o que envelhece com o tempo, também nós, envelhecendo com o tempo, saibamos  celebrar a vida, a amizade, o amor, numa irmanada relação com os outros.

(Créditos fotográficos: Scott Warman – Unsplash)

Hoje, temos todos a sensação de que vivemos num tempo de ruído e de desinformação. Talvez seja obrigatório e urgente dizer que precisamos de  reaprender o espanto, o silêncio, o atrito e a lentidão. Que necessitamos de colocar perguntas novas e de reformular perguntas antigas, de vê-las em todos os seus ângulos. Precisamos de retardar voluntariamente o tempo da resposta. Precisamos de reaprender com as pequenas coisas: a releitura de um livro, uma fotografia antiga, o olhar de uma criança ou um olhar triste e cansado, uma obra de arte… Ou a beleza de tudo o que é manual e artesanal, como o fabrico do pão e do vinho!

Termino com um poema de Manuel Dias da Silva (in “Mnemósine”, de 2020) chamado precisamente “Tempo”:

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Nota do Director:

O jornal sinalAberto, embora assuma a responsabilidade de emitir opinião própria, de acordo com o respectivo Estatuto Editorial, ao pretender também assegurar a possibilidade de expressão e o confronto de diversas correntes de opinião, declina qualquer responsabilidade editorial pelo conteúdo dos seus artigos de autor.

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20/10/2025

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José Vieira Lourenço

José Vieira Lourenço é da colheita de Agosto de 1952. Estudou Teologia e fez a licenciatura e o mestrado em Filosofia Contemporânea, na Universidade de Coimbra. Professor aposentado do Ensino Secundário, ensinou Português, Filosofia, Psicologia, Sociologia, Teatro e Oficina de Expressão Dramática. Foi, igualmente, professor do Ensino Superior, na Universidade Católica de Leiria e no Instituto Superior Miguel Torga, em Coimbra. Foi ainda coordenador do Centro da Área Educativa de Coimbra (1998-2002) e só então conheceu verdadeiramente a classe docente. Descobriu bem cedo a sua paixão pela poesia, pela literatura, pela música e pelo Teatro. Foi Menino Jesus aos quatro meses no presépio vivo da sua freguesia. Hoje, como voluntário, dirige o Grupo de Teatro O Rebuliço da Associação Cavalo Azul e também o Grupo de Teatro de Assafarge. Canta no Coro D. Pedro de Cristo, em Coimbra. Apaixonado pela Natureza, gosta de passear a pé pelos trilhos da Abrunheira, na companhia do seu cão. Dedicado às causas da cidadania, é dirigente do Movimento Cidadãos por Coimbra, que insiste em fazer propostas para criar uma cidade diferente. Casado, tem duas filhas e uma neta, a quem gosta de contar histórias.

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