Crónica da China: quarto dia
Este portão é o que fica mais perto do meu alojamento – quer do atual quarto provisório no hotel, quer do meu futuro apartamento-estúdio, pelo que é o que mais usarei. À esquerda está o simpático funcionário do parque que costuma estar aqui à entrada: chama-se Pu. (© RUNA – Rute Norte)
Dia inteiro de estúdio
Hoje é domingo, dia 12 de abril de 2026.






Vi uma porta aberta e decidi entrar. Normalmente, são estúdios de artistas, visitáveis.


E encontrei o Toni, que vive e trabalha no parque, juntamente com a mulher. O Toni é formado em Inglês. Trabalha com a tradicional laca chinesa e mostra-me uma série de obras suas. Estive mais de uma hora aqui dentro, a conversar com ele em Inglês. E, entretanto, os restantes artistas do meu grupo vieram também.


























Foi o Emiliano quem me dispensou esta tela. Ele vai-se embora em breve e já não vai pintá-la, sobrou-lhe. A tela que eu encomendei, maior, ainda não chegou, pelo que começo já com esta. Estou impaciente por pintar.



O pátio do hotel onde estou instalada. Exatamente em frente, fica a porta do meu quarto, no andar de baixo.

O Emiliano está quase a terminar o seu mês de estadia, aqui na NY20+, e fica sentimental.





O jantar é servido às 18h00, pelo que eu e a Joanna, ambas fãs de pingue-pongue, aproveitamos para jogar um pouco depois do jantar. É preciso ir pedir as raquetas e a bola à loja de conveniência, e é grátis.



Aqui, juntou-se-nos a cozinheira Han, que ainda não tinha aparecido nestas fotos. Revelou-se uma exímia jogadora de pingue-pongue.
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01/06/2026