A urgência de pensar
(Imagem gerada por IA – chatgpt.com)
A velocidade a que se desagrega o sentido de comunidade (pátria, religião, ideologia, família, o que for) e a degradação e o facilitismo do “pensamento” nas redes sociais contribuem crescentemente para a diluição da própria sociedade e da capacidade crítica. O que nos “mata” na economia, na política, na informação, no mundo académico, na cultura, na ciência, na arte, na educação.

pela lama. (Créditos fotográficos: Raquel Freitas / g1.globo.com)
Nunca como hoje a ideia da “formação integral do indivíduo” (propugnada por Bento de Jesus Caraça) foi tão necessária e, ao mesmo tempo, tão distante da realidade.
Conseguir combater o desânimo e fazer alguma coisa, por mais pequenina que seja, já não é apenas resiliência, nem sequer mera resistência. É uma questão central para evitar que soçobremos num suicídio colectivo, enterrando na lama os edifícios ou os alicerces do nosso passado e do nosso futuro.
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27/07/2026