Entre a espada e a parede
(Créditos de imagem: Maike uns Björn Bröskamp – Pixabay)
Razões, no plural, deixam-me suspenso sem saber o que posso fazer. Umas decisões podem conduzir-me ao fim de facto, outros à “culpa”, tenha-a eu ou não. São momentos muito íntimos que nos colocam entre a espada e a parede. E não tenho ninguém que esteja suficientemente por dentro para saber totalmente das razões desta hesitação.

A vida, que já me corria com muitos sobressaltos, incluindo materiais, apresenta-se-me como um dilema único e muito danificante em qualquer escolha. É assim e é, por vezes, Deus (seja lá o que Ele seja ou que seja, apenas, nossa projecção mental) quem nos desafia.
Perante coisas destas até as eleições para a Presidência da República são coisas absolutamente menores. O Mundo é muitíssimo mais do que as coisas em que perdemos tempo, julgando-as grandes desideratos. É nestes momentos que a Vida tem tanto de madrasta quanto de grandiosa em pequenos actos pessoais. E olho para Deus, que não sei qual, mas em que creio, para que me ilumine.
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11/12/2025