Televisões e aviões em queda
(cinetivu.com)
Acho absolutamente espantosa a argumentação de justificação ou de aceitação do “telelixo” como uma coisa banal, decorrente do direito de os privados o fazerem. É o mesmo que aceitar uma fábrica de produção de pasta de papel – suponhamos – que deita os restos químicos num rio… E “prontos”! Ou uma companhia de aviação com problemas mecânicos graves no avião – ou com a tripulação embriagada – que se desresponsabiliza das indemnizações aos passageiros: é privada, quem não quisesse não viajasse nela, há mais oferta!

É que, de facto, os produtos televisivos são tóxicos; e o avião, com capacidade mínima de um divertimento saudável, vai em queda livre. Se está tudo bem, “prontos”… Que se “lixem”! Desejo, mesmo, que tomem o avião errado. Escolhessem outro modo de pensar!
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14/08/2025