Uma romaria de agonia
O acto eleitoral que decorrerá no próximo domingo (18 de Janeiro) determina a eleição do Presidente da República Portuguesa. (informacao.lisboa.pt)
A grandiloquência política actual é recheada de pedaços de torresmos em bailarico com sumo de nada pela goela abaixo. Não há ideias, há “soundbytes”. Não há vontades, há gula. Não há vergonha, há lata. Lata enferrujada eticamente.

As ‘palhaçadas’ de Manuel João Vieira não produzem efeito irónico porque, no essencial, não diferem de muito das que outros candidatos fazem. Ou a que se sujeitam para surripiar o votinho de um Zé Povinho macambúzio para pensar e alegrete para levar porrada.

Mesmo assim votarei para travar o pior de tudo. Mas só mesmo por isso. Não suporto esta romaria toda. É mesmo uma romaria de agonia! Que dá agonia.
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Nota do Director:
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15/01/2026