Lúcio Marques Ferreira

Lúcio Marques Ferreira Filho é um brasileiro com ascendência portuguesa. Nas suas próprias palavras, “herdou do pai não apenas o nome, mas também uma inusitada situação cultural e idiomática: soa excessivamente português para ser brasileiro e excessivamente brasileiro para ser português”. Escritor tardio, publicou aos cinquenta anos o livro de contos “Êxodos, Encontros e Desencontros” (Funalfa Edições, em 2004), a que se seguiu o livro de crónicas “Cidades Visíveis” (Martyria, em 2021). A obra “Cá entre Nós” é o seu primeiro romance (Imprensa Nacional Casa da Moeda, em 2025). Com a rubrica “Flanar é preciso!”, Lúcio Marques Ferreira assume-se como “um marinheiro que estará a contar estórias, aportando com bandeiras filosóficas, sociológicas, antropológicas e identitárias, que não foram deixadas de lado no mastro da nau”.

Paraguai (2)

“Una noche tíbia nos conocimos”, junto ao lago azul de Ypacaraí… “y por el caminho viejas melodias iguales a mi…” (“Recuerdo Ler mais

(I am)sterdam (2)

Visito a igreja que é uma basílica. O que a diferencia das duas outras que há na cidade e eles chamam de Ler mais

(I am)sterdam (1)

Eu já conhecia as escadas apertadas, os quartos exíguos, são mais que comuns nos hotéis da cidade. Nesta vez, Ler mais

Conheci o “Umbigo da Lua”

Na atualidade, as “cidades turísticas” descortinam-se em partes selecionadas, incitam a uma visita induzida sempre por dentro de um artificialismo gerado Ler mais

El Salvador

Andava eu pelo México a ter adiante, digo no caminho de volta, um tempo de conexão de oito horas. O Ler mais

Vivas ao 10 de junho!

Austrália… Áustria… Ístria… Itália… Gália… Galiza… Portugal. Oops! Chegámos ao destino da escrita de hoje. Não há Ler mais

Basileia

Reino de Deus e urbe humana. Demasiado humana? Nos idos do século XVIII, emergiu uma corrente de pensamento dita humanista que Ler mais

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